Nem todo pós-operatório é perfeito. E é por isso que o acolhimento importa tanto.

“A minha cirurgia teve algumas complicações. Eu tive intercorrência, tive seroma, tive abertura dos pontos… e isso me frustrou bastante.”

Quando falamos sobre cirurgia plástica, quase sempre imaginamos o resultado final. A transformação. A autoestima renovada. O sonho realizado. Mas o que muitas pessoas não sabem, ou preferem não pensar, é que o pós-operatório também pode trazer desafios. E é justamente nesses momentos que o cuidado faz toda a diferença.

 

Quando o plano não sai como o esperado

Débora chegou ao Instituto Manon com expectativas claras: em 15 dias estaria de volta à rotina. Mas o caminho foi diferente.

“Eu precisei enfrentar esse desafio e tive todo o apoio aqui da equipe.”

Complicações podem acontecer mesmo quando tudo é feito corretamente. Intercorrências como seromas ou abertura de pontos exigem acompanhamento técnico, decisões rápidas e recursos adequados. Mas exigem também algo que não aparece nos protocolos: suporte emocional.

 

Acolhimento também é tratamento

“Eu chorei bastante aqui. Eu fui acolhida.”

Dor física, medo, frustração e até arrependimento são sentimentos comuns no pós-operatório, embora pouco falados. Existe, sim, uma fase em que muitos pacientes pensam: “Por que eu fui fazer essa cirurgia?” Débora descreve isso com muita honestidade. E completa:

“A segurança que a gente sente quando está dando errado… que você está com medo… é que faz toda a diferença.”

No Instituto Manon, acreditamos que cuidar vai além da técnica. É presença. É escuta. É um toque seguro. É olhar atento. 

Durante o processo, ela recebeu não apenas os tratamentos necessários, como o curativo a vácuo, mas também recursos integrativos, como reiki e aromaterapia, que ajudaram a trazer tranquilidade em um momento delicado. Porque corpo e emoção caminham juntos.

 

Não existe protocolo padrão. Existe cuidado individualizado.

“Não é um protocolo único, padrão. É exclusivo. No meu caso, precisei usar essas ferramentas. Outras pessoas não precisam. Mas precisa ter conhecimento.”

Cada corpo responde de uma forma. Cada cirurgia tem uma evolução. Cada paciente vive o processo à sua maneira. Por isso, o acompanhamento precisa ser personalizado, com equipe capacitada, tecnologia adequada e produtos de qualidade. E, principalmente, com sensibilidade. Hoje, com 84 dias de cirurgia, ela diz:

“Estou ótima. Não tenho nenhuma dor. Estou super feliz com o resultado. Sem esse acompanhamento, minha cirurgia não teria sido o sucesso que foi.”

E essa é a mensagem mais importante. Nem todo pós-operatório é perfeito. Mas todo paciente merece se sentir seguro, acolhido e cuidado em cada etapa do processo

Se você está se preparando para uma cirurgia ou já passou por uma, lembre-se: o resultado não depende apenas do centro cirúrgico, ele continua no pós-operatório. E você não precisa passar por isso sozinha.

 

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